Polícia

PCMG conclui investigação de acidente fatal em São Sebastião do Anta

Publicados

em

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu investigação sobre acidente de trânsito que resultou na morte de dois jovens, de 20 anos, em São Sebastião do Anta, no Vale do Rio Doce. O motorista de um automóvel, de 27 anos, apontado como responsável pela colisão, foi indiciado por dois homicídios dolosos duplamente qualificados e fuga de local de acidente.

Entenda o caso

No dia 4 de agosto de último ano, por volta das 18h, na Avenida Tabajara, em São Sebastião do Anta, o investigado dirigia o carro em alta velocidade quando atropelou e matou as vítimas, que estavam em uma motocicleta, seguindo na mesma direção. A moto foi atingida repentinamente pela traseira. Uma das vítimas faleceu no local dos fatos, enquanto a outra morreu no hospital.

Conforme as investigações, conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil em Inhapim, no dia do acidente o suspeito teria consumido bebidas alcoólicas durante todo o período da tarde e, mesmo assim, assumiu a direção do veículo. Além disso, ele não era habilitado e trafegava acima do limite permitido para a via. Os levantamentos indicaram como causa do acidente o excesso de velocidade e a reação tardia do motorista do automóvel, conforme apontou laudo pericial de local de crime.

Leia Também:  FURTO CONSUMADO DE VEÍCULO COM RECUPERAÇÃO- FORA DO PERÍODO

Além disso, o motorista fugiu do local do acidente e tomou rumo ignorado após abandonar o carro que conduzia. Na fuga, quase atropelou uma terceira pessoa. Dentro do automóvel havia vestígios de álcool espalhados e forte odor etílico, indicando que os ocupantes levavam bebidas alcoólicas no veículo.

O laudo pericial apontou que a velocidade mínima empregada pelo suspeito foi superior à permitida para a via. A velocidade pode ter sido ainda maior, pois a análise técnica foi prejudicada pela fuga do indiciado.

Assim, a Polícia Civil concluiu que o conjunto formado pela embriaguez, inabilitação do condutor e excesso de velocidade demonstrou que ele assumiu o risco de matar as vítimas, atuando com dolo eventual.

Com a conclusão das investigações, o investigado foi indiciado por dois crimes de homicídio doloso qualificado pelo emprego de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas e provocação de perigo comum, além do delito de fuga de local de acidente, previsto no Código de Trânsito Brasileiro.

O inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público para análise e providências cabíveis.

Leia Também:  Polícia Civil prende suspeito de homicídios em Nova Serrana

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Dois acidentes são registrados em Passos nessa quinta-feira - Um professor de Física perdeu a vida.

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA