Polícia
PCMG conclui investigação de estupro de vulnerável com indiciamentos

Um homem, de 47 anos, preso pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), foi indiciado por estupro de vulnerável, e outro, de 36 anos, por abandono de incapaz. Esse é o resultado da investigação concluída, nessa terça-feira (8/8), pela PCMG por meio da Delegacia Especializada de Combate a Violência Sexual em Belo Horizonte. A vítima é uma jovem, de 22 anos, e os fatos ocorreram na madrugada de domingo (30/7), no bairro Santo André, após um show na região da Pampulha.
A delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada de Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid), também responsável pelo inquérito policial, informou que a investigação iniciou imediatamente com a ratificação da prisão em flagrante do suspeito do estupro. Ainda, no curso dos trabalhos investigativos, em dez dias, foram realizadas 13 oitivas, elaborados laudos periciais, incluindo o laudo do local dos fatos, e diversos levantamentos pelos policiais civis. Também foram apreendidos vários objetos, como roupas, cobertor, preservativo usado encontrado do crime, que está sob análise, entre outros. Além disso, foi colhido o material genético do suspeito, cujo laudo pericial encontra-se em em elaboração.
Segundo relato da vítima, ela saiu do show, dirigiu-se a um pub com um amigo e de lá foi embora com transporte por aplicativo, pedido pelo amigo do celular dele, uma vez que o dela estava descarregado. Ela disse à Polícia Civil que só se lembra de entrar no veículo e depois ao ser acordada, já pela manhã, nas dependências de um campo de futebol próximo à residência dela.
Ao ser ouvido, o amigo, de 20 anos, informou que compartilhou a viagem e enviou mensagem para o irmão da vítima. Já o motorista de aplicativo, de 36 anos, declarou que a jovem dormiu no carro e que no endereço de destino bateu o interfone em vários apartamentos, além de tentar contato com o amigo por diversas vezes, mas sem êxito. Segundo ele, após algum tempo, ao visualizar um motociclista pediu ajuda para retirar a passageira, deixando-a no local e saiu para comprar um isotônico para ela, mas ao retornar, minutos depois, ela já não estava no local. De acordo com a delegada Danúbia, o celular da jovem, que teria sido encontrado no veículo por um passageiro, foi entregue pelo motorista à Polícia Civil quando ele compareceu à delegacia para ser ouvido.
O suspeito do estupro, localizado na casa da mãe dele na data dos fatos, foi conduzido e ouvido na Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, ocasião em que ele negou os fatos e usou do direito constitucional de permanecer em silêncio. O homem, que ainda se encontra no sistema prisional à disposição da Justiça, foi indiciado por estupro de vulnerável, considerando a vulnerabilidade da vítima que não pode oferecer resistências nos termos do artigo 217-A, §1º do Código Penal, como explicou a delegada Danúbia em coletiva de imprensa. Já o motorista, por abandono de incapaz, crime previsto no artigo 133 do Código Pena, caracterizado pelo abandono da pessoa que estava sob o cuidado dele, afirma a delegada.
O inquérito policial relatado foi remetido à Justiça com pedido de manutenção da prisão do suspeito.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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