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PCMG conclui investigação de feminicídio em Araguari

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu a investigação sobre a morte de uma jovem, de 24 anos, em Araguari, no Triângulo Mineiro. Segundo apurado um adolescente, de 17 anos, teria executado a tiros sua ex-namorada, no dia 2 de janeiro. A PCMG identificou, ainda, outros dois comparsas do jovem, de 18 e 26 anos.

Na ocasião do crime, o adolescente, acompanhado dos comparsas, ordenou que eles se posicionassem na esquina e na porta da residência da vítima, para dar cobertura à ação do jovem. O adolescente, então, chamou pela vítima, que, sem desconfiar de suas intenções, abriu a porta e permitiu a entrada. No quarto da vítima ela foi surpreendida e brutalmente executada com quatro disparos de arma de fogo calibre 38, sendo que um dos disparos atingiu a cabeça dela.

Fuga

Em seguida, os três suspeitos fugiram e tomaram um veículo de transporte por aplicativo previamente contratado pelo adolescente. A investigação indica que o motorista do carro estava distante do local dos fatos e não escutou os disparos.

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O motorista foi ouvido posteriormente pela Polícia Militar, quando denúncias do crime foram recebidas pela corporação. Com base nas informações do profissional, os policiais chegaram até a residência onde estavam os suspeitos, que tentaram fugir, mas foram contidos. Eles apontaram, inclusive, o local de abandono da arma.

Motivação

A PCMG apurou que o adolescente agiu motivado por ciúmes e por não aceitar o término do relacionamento que havia ocorrido há aproximadamente duas semanas antes do crime. No celular da vítima foram encontradas mensagens de ameaças por parte do jovem, afirmando que se não reatassem o relacionamento ele mataria a vítima, ao que a vítima respondeu que então ele teria que matá-la, denotando que não tinha intenção de reatar o namoro.

O adolescente está apreendido no sistema socioeducativo, enquanto os maiores, seguem recolhidos no sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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