Polícia
PCMG conclui investigação de latrocínio de idoso em Divinópolis

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu as investigações do latrocínio de um idoso, de 83 anos, ocorrido em 3 de junho deste ano, na Comunidade de Passagem, zona rural de Divinópolis, no Centro-Oeste do estado. Um suspeito, de 38 anos e vizinho da vítima, foi indiciado pelo crime e encontra-se preso.
Segundo o registro da ocorrência, a Polícia Militar foi acionada pelo filho da vítima, que encontrou o corpo do pai caído em uma grota, a cerca de 10 metros de altura, no pasto da fazenda da família. Ele também relatou que o idoso tinha histórico de problemas cardíacos e frequentemente ia ao local para cuidar do gado.
Reviravolta no caso
Inicialmente, as circunstâncias da morte levaram a acreditar que se tratava de um acidente. No entanto, uma reviravolta no caso ocorreu quando familiares da vítima perceberam que quatro cabeças de gado haviam desaparecido no mesmo dia. Rastros de veículos próximo ao curral levantaram a suspeita de um possível furto.
Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (11/7), o delegado Marco Antônio Noronha, responsável pelo inquérito policial, revelou que após levantamentos a PCMG descartou a hipótese de acidente e identificou a autoria do crime. “Durante a investigação, as suspeitas recaíram sobre um vizinho da vítima, de 38 anos, pois ele utilizou o veículo do idoso no dia do crime, fazendo-se passar por seu neto, e visitou dois potenciais compradores de gado, informando que os animais estavam prontos para entrega”, disse.
Confissão
Presente na coletiva, o delegado regional em Divinópolis, Cleovaldo Pereira, informou que o investigado confessou o crime em depoimento. “Ele admitiu que sua intenção era furtar os animais da fazenda, mas foi descoberto pela vítima, resultando em um confronto. Sob alegação de autodefesa, o suspeito afirmou que o idoso o ameaçou com um objeto e ele reagiu aplicando-lhe uma rasteira, que resultou na morte da vítima. O corpo foi levado até uma grota, a cerca de 500 metros do local”, detalhou.
As investigações apontaram ainda que o crime foi premeditado, pois o suspeito já estava negociando 16 cabeças de gado pertencentes ao idoso, sem o seu consentimento.
Responsabilização
Após os indícios de autoria e materialidade, a PCMG solicitou a prisão temporária do investigado, que foi efetuada no dia 3 deste mês. O homem encontra-se atualmente no sistema prisional, à disposição da Justiça. O inquérito foi concluído nesta semana, com o indiciamento do suspeito pelo crime de roubo seguido de morte.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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