Polícia
PCMG conclui investigação de latrocínio em Morada Nova de Minas

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu as investigações do latrocínio, ocorrido no dia 26 de outubro deste ano, na Rua Frei Orlando, no centro de Morada Nova de Minas, região Centro-Oeste do estado. Um suspeito, de 33 anos, foi indiciado pelo crime.
Conforme o registro da ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para averiguar um forte odor que vinha de dentro de um imóvel e localizou o corpo da vítima, um homem de 41 anos, já em estado de decomposição e com as mãos amarradas para trás. A perícia oficial da PCMG compareceu ao local, e o corpo foi submetido a exame de necropsia, o qual apontou como causa da morte asfixia por enforcamento. Em seguida, familiares fizeram o reconhecimento.
Segundo o delegado Edilson Carlos Lima Correa Junior, responsável pelo inquérito policial, “as suspeitas de autoria logo recaíram sobre o investigado, de 33 anos, que era quem morava com a vítima, no endereço onde se deram os fatos, uma vez que ambos foram contratados para um serviço de pintura na cidade”, revelou.
Dinâmica
Apurações indicam que o suspeito teria enrolado uma camisa no pescoço da vítima para asfixiá-la. Também foram identificados sinais de agressão na cabeça dela. O veículo e celular da vítima foram subtraídos.
As investigações também apontaram que, após a morte do pintor, o suspeito usou o celular dele para realizar várias transações bancárias, tendo como beneficiários indivíduos residentes em Pitangui, de onde o suspeito é natural. Ao todo, foram transferidos R$ 9 mil reais. Os beneficiários das transferências foram ouvidos por precatória e confirmaram que receberam os valores a pedido do investigado.
Prisão
Diante dos indícios de materialidade e autoria, a PCMG representou pela prisão preventiva do investigado, que foi deferida pela Justiça e cumprida no dia 31 de outubro deste ano. Na ocasião, o suspeito foi preso com o carro da vítima, na cidade São Thomé das Letras, e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil em Três Corações, onde também foi autuado em flagrante por receptação e outros crimes.
O delegado Edilson ainda conta que, em depoimento, o homem admitiu ter torturado a vítima, provavelmente para que esta lhe fornecesse a senha para realizar as transferências bancárias. “O suspeito também confessou que a motivação do crime se deu em razão da vítima ter supostamente sido contratada para matá-lo. Ele ainda informou que escreveu na parede do local do crime a frase “Pé de pato morre assim”, e esclareceu que esta é a forma como são chamados os assassinos de aluguel”, explica.
O inquérito, de 110 páginas, foi concluído e remetido ao Poder Judiciário com o indiciamento do investigado – que já possui registros por latrocínio, porte de arma e roubo – por latrocínio consumado, cuja pena pode chegar a 30 anos de prisão. As investigações foram conduzidas pela equipe da Delegacia de Polícia Civil em Morada Nova de Minas.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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