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PCMG conclui investigação de tortura que viralizou nas redes sociais

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nessa quinta-feira (29/2), em Cataguases, Zona da Mata, o inquérito relacionado à operação Regra de Ouro, realizada no final de janeiro deste ano, com o objetivo de apurar os crimes de tortura-confissão, cárcere privado qualificado e corrupção de menores.

De acordo com o delegado Conrado Rodrigues Guedes, “ao todo, quatro pessoas maiores de 18 anos foram indiciadas pelos crimes de tortura-confissão, cárcere privado qualificado e corrupção de menores. Dois adolescentes foram responsabilizados pelo cometimento de atos infracionais análogos aos crimes de tortura-confissão e cárcere privado qualificado”.

Investigações

Após imagens de um homem sendo torturado viralizarem nas redes sociais, a PCMG instaurou inquérito para apurar os fatos. As investigações apontaram os crimes de tortura, cárcere privado qualificado, corrupção de menores, tráfico de drogas e homicídio. Conforme apurado, o fato estaria relacionado ao tráfico de drogas na região de Cataguases.

Em 31 de janeiro, a PCMG deflagrou a operação Regra de Ouro, que resultou na prisão de seis investigados e na apressão de dois adolescentes. Na ação, foram apreendidos celulares, materiais para embalar drogas, balança de precisão, maconha, crack e cocaína.

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Regra de Ouro

O nome da operação faz referência à passagem bíblica descrita em Mateus 7:12: “Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês; pois isso é o que querem dizer a Lei de Moisés e os ensinamentos dos Profetas”.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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