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PCMG conclui investigação sobre pedofilia em Itabira

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Divulgação/PCMG

Em Itabira, na região Central do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu investigação e indiciou um homem, de 23 anos, e a esposa dele, de 32, por crimes de pedofilia, tráfico de drogas, importunação sexual e exploração sexual de adolescentes.

Entenda o caso

A investigação, realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Itabira, começou após relatos de familiares de uma das vítimas, segundo os quais a adolescente estaria sendo explorada sexualmente pelo casal de suspeitos.

Diante dos fatos, a Polícia Civil instaurou inquérito policial e representou pela busca e apreensão. Durante os trabalhos policiais na casa dos investigados, foram apreendidos diversos celulares, além de certa quantidade de droga.

Investigação

A análise do material apreendido indicou a prática de crimes referentes à produção, armazenamento e transmissão de conteúdo pornográfico envolvendo adolescentes.

As investigações apontaram que o casal atraia adolescentes, sob a justificativa de que trabalhariam como modelo de maquiagens e poderiam ter vantagens econômicas no futuro. A partir de então, a investigada passava a convencer as vítimas, sempre meninas entre 14 e 18 anos, a manter relação sexual a três, juntamente com o marido, também indiciado. Além disso, as investigações indicam que o casal fornecia drogas para as adolescentes durante a prática dos atos sexuais.

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Segundo apurado, a suspeita usava sua forte influência nas redes sociais para atrair as meninas, fomentando o sonho das jovens de se tornarem modelos de sucesso.

Os indiciados responderão em liberdade, sob monitoramento eletrônico do Poder Judiciário.

A Polícia Civil ressalta que caso alguma vítima tenha passado por situação semelhante, que procure a Deam em Itabira para denunciar os fatos.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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