Polícia
PCMG conclui investigações de homicídios em Montes Claros

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apresentou, durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (22/9), a conclusão de duas investigações que apuraram crimes dolosos contra a vida ocorridos em Montes Claros, região Norte do estado, nos dias 28 de maio e 2 de agosto deste ano. Em razão dos delitos, um homem, de 44 anos, foi preso, e um adolescente, de 17, apreendido. Um suspeito, de 36 anos, encontra-se com mandado de prisão em aberto.
A coletiva foi conduzida pelo delegado Bruno Rezende da Silveira, que iniciou apresentando o desfecho do homicídio ocorrido em 28 de maio, durante uma festa de aniversário, no bairro Vila Castelo Branco. Na ocasião, motivado por uma discussão com a vítima, o suspeito arquitetou com o coautor, de 36 anos, um plano para matar a vítima, um homem de 26 anos.
O delegado esclareceu que o primeiro tiro foi disparado pelo coautor, atingindo a perna de outra pessoa que estava próximo da vítima. Em seguida, o suspeito tomou a arma das mãos do comparsa e atirou duas vezes contra o rapaz, que morreu após ser atingido nas costas e na perna. Uma pistola calibre 380, usada no crime, foi apreendida em um sítio ligado à família do investigado.
Silveira informou que a investigação foi encerrada pela PCMG com a prisão preventiva de um dos suspeitos e o indiciamento da dupla. “Eles foram indiciados por homicídio qualificado, nas formas tentada e consumada, pelo perigo comum, motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima”, pontuou o delegado, acrescentando que “a Polícia Civil realiza diligências para cumprir a cautelar em desfavor do coautor”.
Ato infracional
Também durante a entrevista, Bruno Silveira explicou sobre a conclusão do auto de apreensão em flagrante que apurou ato infracional análogo ao crime de homicídio, ocorrido em agosto, envolvendo um adolescente de 17 anos. O jovem, em decorrência de uma discussão, teria efetuado disparos de arma de fogo contra um homem, de 35 anos.
A investigação conduzida pela PCMG apontou que, antes de atirar na vítima, o adolescente estava discutindo com a namorada dele, e o homem, que era vizinho da mulher, interveio para defendê-la. Devido a essa interferência, o jovem foi até a casa dele, pegou um revólver calibre 38, retornou ao local e continuou o atrito com a vítima.
Em dado momento, conforme apurado, o adolescente abandonou a bicicleta em que estava, atravessou a rua e atirou três vezes no homem, que foi atingido por um único disparo no pescoço e morreu. O jovem se apresentou e a arma usada por ele foi apreendida. O procedimento foi concluído e o adolescente permanece internado.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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