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PCMG deflagra operação Herodes em Mateus Leme

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta terça-feira (23/5), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG deflagrou em Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a operação Herodes, com apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). A ação policial teve o objetivo de reprimir crimes violentos, como homicídios, decorrentes do tráfico de drogas na localidade e retomar a sensação de segurança para a população. Foram presas 11 pessoas, sendo três em flagrante, e cumpridos outros 12 mandados de busca e apreensão.

De acordo com o delegado Diego Nolasco, responsável pelas investigações, os homicídios investigados em quatro inquéritos pela Polícia Civil revelam a natureza cruel das atividades do tráfico de entorpecentes. “As vítimas eram pessoas comuns da sociedade, que foram assassinadas por atos de vingança e atrocidade, representando um verdadeiro tribunal do crime”, comentou.

Dentre os homicídios cometidos, destaca-se o de um homem, de 49 anos, no dia 26 de janeiro deste ano. A vítima, portando uma garrafa de bebida, cortou o rosto de um gerente do tráfico de drogas em um bar após uma discussão. Passado um tempo, os traficantes deslocaram até a residência da vítima e a mataram mediante atos de tortura, chegando inclusive a retirar alguns dentes dela durante a execução do crime.

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Durante as buscas, as equipes recolheram drogas diversas, com destaque para a apreensão de expressiva quantidade de crack, além de rádios comunicadores, celulares e dinheiro. As investigações que culminaram na operação decorrem da apuração de homicídios executados com requintes de crueldade e motivados pela disputa do tráfico local. Três homens foragidos da ação policial continuam sendo procurados pela polícia.

Foram empenhados na ação 80 policiais civis com efetivo de 28 viaturas e apoio da Coordenação Aerotática (CAT) e do Canil da PCMG.

Após os procedimentos de polícia judiciária, os presos foram encaminhados ao sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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