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PCMG deflagra operação Maria da Penha em Lavras

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Divulgação/PCMG

Nesta quinta-feira (5/10), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Maria da Penha, que resultou no cumprimento de dois mandados de prisão de dois homens, investigados em casos distintos relacionados com violência doméstica, em Lavras, no Sul do estado.

Conforme a equipe da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Lavras, os suspeitos, de 38 e 56 anos, foram presos em virtude do descumprimento de medidas protetivas de urgência em favor das respectivas vítimas, decretadas judicialmente com base na Lei 11.340/2006.

Durante as investigações, foram ouvidas testemunhas, bem como foram juntadas aos autos capturas de tela de mensagens em que os agressores insistiam em falar com as vítimas, mesmo com a ordem de distanciamento.

A delegada titular da Deam, Ana Paula Santana de Rezende Arruda, destaca que, apesar de serem duas investigações de inquéritos independentes, os casos guardam semelhanças. “São típicos casos de relacionamentos abusivos, em que os investigados não toleram o fim da relação, possuem sentimento de posse sobre as mulheres e descumprem as medidas protetivas, o que gera a possibilidade da prisão preventiva”, explica.

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Os inquéritos policiais estão em fase de conclusão.

Violência doméstica:

A PCMG orienta que todo caso de violência doméstica e familiar contra a mulher seja denunciado. O registro pode ser feito diretamente em unidade policial, via disques 180 ou 181 e também pela Delegacia Virtual (clique AQUI ) nos casos de ameaça, vias de fato/lesão corporal e descumprimento de medida protetiva. Acesse o manual produzido pela Polícia Civil e saiba mais sobre o tema (clique AQUI ).

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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