Polícia
PCMG deflagra operação Vicinus em Patos de Minas

Nesta quarta-feira (15/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com o apoio da Polícia Militar, deflagrou a operação Vicinus, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. A ação policial teve como objetivo desarticular um grupo especializado em tráfico de drogas, em suas variadas formas, bem como tráfico de armas de fogo.
Durante a ação, sete pessoas foram presas em flagrante e cumpridos 29 mandados de busca e apreensão, todos na região do bairro Nossa Senhora Aparecida. Durante as buscas, também foram apreendidos quase R$ 10 mil, aproximadamente 190 porções de cocaína, 437 pedras de crack, mais de um quilo de maconha, um revólver calibre 22, sete munições do mesmo calibre e duas balanças.
Os crimes apurados nesta fase da investigação se referem a uma organização criminosa voltada para o tráfico de drogas e de arma de fogo. A investigação teve início há cerca de quatro meses, ocasião em que foi detectada uma sequência de crimes cometidos pelo grupo.
Os levantamentos da PCMG demonstraram que a organização criminosa estava receptando veículos automotores que eram subtraídos em Patos de Minas, agravando os números dessa espécie de delito nos últimos meses.
Há indícios, ainda, de que um usuário de drogas chegou a ser mantido em cativeiro pelo grupo criminoso, sendo torturado e liberado, com lesões graves, após a família dele pagar R$ 2 mil, demonstrando o grau de perigo oferecido pelos suspeitos.
“Esta ação é um duro golpe nos grupos criminosos voltados ao tráfico de drogas em Patos de Minas. E a Polícia Civil demonstra seu comprometimento e atuação em todas as partes da cidade, sobretudo para dar a devida resposta às demandas apresentadas pela sociedade por meio de denúncias anônimas”, avalia o chefe do Departamento de Polícia Civil em Patos de Minas, delegado-geral Jean Pierre Batista Neves.
A operação Vicinus contou com a participação de 56 policiais civis, com apoio do Canil da PCMG e da Coordenação Aerotática (CAT), além do auxílio de 50 policiais militares e de cães farejadores da Ronda Ostensiva Com Cães (Rocca).
Vicinus
O nome da operação faz alusão ao termo em latim que significa “vizinho” ou “aqueles que moram perto”. Nesse contexto, o grupo criminoso tem se aproveitado/utilizado de ação de vizinhos, os quais não são conhecidos no meio policial, para acobertar as suas atividades criminosas. Visando dar firme combate a esse tipo de delito, hoje foram cumpridos mandados de busca e apreensão em imóveis vizinhos aos dos alvos prioritários.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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