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PCMG deflagra operações em Rio Preto e prende suspeito por estupro

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Divulgação/PCMG

Nesta semana, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou operações visando cumprir mandados de prisão contra dois suspeitos, no município de Rio Preto, na Zona da Mata mineira. Nas ocasiões, foi realizada a prisão de um homem, de 26 anos, por descumprimento de medida protetiva. Além disso, um homem, de 39 anos, foi preso pela prática, em tese, dos delitos de estupro e de estupro de vulnerável.

Conforme informações do delegado Thiago Soares Marty, uma mulher procurou a Polícia Civil para requerer medida protetiva. “Tendo em vista que a mesma já possuía uma medida protetiva anterior, em novembro do ano de 2020, foi feita uma nova medida protetiva e houve a representação pela prisão do suspeito, pedido deferido pela Justiça”, explica Thiago, informando que o suspeito, de 26 anos, foi localizado e preso nessa quinta-feira (26/1).

A outra prisão foi realizada na quarta-feira (25/1), após trabalhos investigativos. “O suspeito, de 39 anos, é professor de uma escola, na cidade de Santa Rita de Jacutinga. Apurações indicaram que a prática do crime teria ocorrido dentro de uma sala, localizada naquela escola, onde o homem teria praticado ato libidinoso contra um aluno, de 12 anos. Além disso, ele também é investigado pela prática de estupro envolvendo supostamente outros alunos”, relata o delegado.

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Após a formalização das prisões, os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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