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PCMG deflagra segunda fase da operação Aurum em Belo Horizonte

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta quinta-feira (11/1), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou a segunda fase da operação Aurum, cumprindo mandados de busca e de prisão na capital. A ação é desdobramento da investigação do roubo de mais de R$ 250 mil, entre ouro e dinheiro, de uma ourivesaria localizada na região central de Belo Horizonte. Um homem, de 36 anos, apontado como mentor intelectual do crime, foi preso preventivamente e três veículos, apreendidos.

O crime ocorreu no dia 9 de fevereiro do último ano, quando quatro suspeitos – um deles cliente da vítima – cometeram o assalto à mão armada e renderam o proprietário do estabelecimento, um idoso de 69 anos. Durante as investigações, conduzidas pela 4a Delegacia de Polícia Centro, a equipe identificou os quatro investigados, com idades entre 25 e 40 anos, e concluiu que um deles se aproveitou de abuso de confiança com a vítima para entrar no estabelecimento.

Parte do material subtraído foi recuperado pela Polícia Civil durante as investigações e também na primeira fase da operação, deflagrada no dia 23 de maio do ano passado. O delegado Alessandro Carlos Rodrigues Santa Gema, à frente das apurações, explica que essa segunda etapa da ação policial teve como objetivo prender preventivamente o suspeito de planejar o crime, assim como apreender o material subtraído. “Dessa forma, impedimos o enriquecimento ilícito dos suspeitos e temos condição de posteriormente ressarcir a vítima”, informou.

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Ainda segundo o delegado, todos os investigados têm registros policiais anteriores por diversos crimes, entre os quais, furtos, roubos, receptações, posse ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. “Com o total esclarecimento da autoria, recuperação de parte dos bens roubados e apreensão do proveito do crime, a Polícia Civil conclui o inquérito com indiciamento dos quatro investigados”, pontuou Santa Gema.

A segunda fase da operação Aurum foi concluída com a apreensão de três veículos – dois carros e uma motocicleta –, além de outros bens, visando à desestruturação financeira da quadrilha. O suspeito de 36 anos foi encaminhado ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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