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PCMG é destaque em evento nacional sobre pessoas desaparecidas

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) foi destaque da 6ª Reunião das Autoridades Centrais da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e do 1º Encontro Técnico da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, realizados em Brasília, com a presença de delegados responsáveis pelas unidades de pessoas desaparecidas do país.

A abertura do evento foi realizada pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Francisco Tadeu Barbosa de Alencar. Representando a Divisão Especializada de Referência da Pessoa Desaparecida (DRPD) da PCMG, esteve presente na reunião o delegado Alexandre Oliveira da Fonseca, que explicou como é realizado o Procedimento Operacional Padrão da unidade. Ele destacou a importância da multidisciplinaridade da equipe.

“Nós somos a única unidade do país que possui, além de um experiente corpo de investigação, uma equipe multidisciplinar, que conta com assistente social, psicólogo, jornalista e técnico administrativo. Toda essa multidisciplinaridade é fundamental nos resultados obtidos por nossa unidade. A qualidade da equipe da DRPD, aliada à experiência de trabalho adquirida ao longo de décadas, faz com que, felizmente, sejamos reconhecidos por nossos pares como referência no país em relação à temática de pessoa desaparecida”, explicou Fonseca.

A assistente social e analista da Polícia Civil, Marluci Zucherato, e o investigador Francisco Roque também participaram do evento por meio de videoconferência. “Foi relevante transmitir aos participantes que a DRPD possui um Núcleo de Psicologia e Serviço Social (NUPSS), responsável por atender as famílias dos desaparecidos e auxiliar na localização destes, por meio de buscas nas redes de saúde e socioassistencial”, afirmou Marluci.

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O investigador Francisco Roque destacou a importância da confecção de um diagnóstico sobre pessoas desaparecidas em cada estado. “É importante que os estados façam um diagnóstico detalhado das pessoas desaparecidas e localizadas em seus territórios. Em Minas Gerais, desde maio de 2023, temos disponível para a população um diagnóstico que permite entender esse fenômeno em todas as 853 cidades do estado”, detalhou Roque.

Caderno temático sobre desaparecimento é lançado no evento

O investigador de polícia Lucas Guimarães destacou a importância e as particularidades da entrevista no contexto de investigação de desaparecimento de pessoas. O tema faz parte do “Caderno Temático de Referência: Busca de Pessoas Desaparecidas e Investigação de Desaparecimento de Pessoas”, fruto do Grupo de Trabalho de Investigação de Desaparecimento de Pessoas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), coordenado por ele entre 2021 e 2022, e lançado no evento.

O guia é o quarto volume de uma coleção de cadernos temáticos do MJSP. O conteúdo já está disponível para download no site do Ministério: clique AQUI .

O conteúdo reúne conhecimento produzido sobre desaparecimento em outras instituições, como o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), o extinto Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, além do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

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“O importante desse guia é que ele compila o conhecimento sobre desaparecimento de pessoas, que está pulverizado em várias instituições, e, claro, traz também informações colhidas durante todo o tempo em que fui lotado na DRPD, tida como referência no país”, enfatiza Guimarães. Lucas é psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e atualmente está lotado na Assessoria de Planejamento Institucional (API) da PCMG.

Chefe da DRPD reforça a importância do evento

Segundo a chefe da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, Ingrid Estevam, a presença do delegado Alexandre Oliveira da Fonseca, representando a DRPD, ressaltou a singularidade da abordagem multidisciplinar adotada pela unidade. Ela também destacou a relevância do lançamento do guia.

“O lançamento do caderno temático sobre desaparecimento não apenas reforça o compromisso da PCMG com a resolução dos casos de desaparecidos, mas também contribui para a disseminação de conhecimento e boas práticas em âmbito nacional. Esse é um passo significativo na construção de soluções eficazes e na promoção da cooperação entre as unidades especializadas em todo o país”, finalizou Estevam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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