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PCMG e MPMG deflagram operação Escriba em Uberlândia

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Divulgação/PCMG

Nesta quinta-feira (22/12), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em conjunto com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), realizou a operação Escriba, para o cumprimento de mandados de busca e apreensão em dois endereços: uma residência e um escritório de contabilidade, nos bairros Finotti e Centro, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

Entenda o caso

A ação faz parte dos trabalhos investigativos que apuram crimes contra a fé pública, estelionato e lavagem de capitais, que teriam sido cometidos por um casal, por meio de cartório da comarca de Estrela do Sul, distante 100 quilômetros do município onde houve a operação.

Segundo apurado, a mulher, de 53 anos, que era oficial do cartório, e o marido dela, de 55, contador, estariam se valendo de suas funções para a prática dos crimes com repercussão em Uberlândia e região.

Apreensões

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais civis procederam à arrecadação de mais de R$ 90 mil em dinheiro e cheques, diversos aparelhos celulares, alguns inclusive escondidos, quatro computadores, um notebook, e vários pendrives, os quais serão devidamente periciados para a continuidade das investigações e a identificação de outros envolvidos.

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O nome da operação é uma alusão ao profissional que servia o faraó e realizava atividades relacionadas com a escrita: transcrevia as ordens de sacerdotes e mandatários, anotava informações sobre as atividades comerciais, etc.

A operação foi realizada por policiais civis lotados em Uberlândia e as investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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