Polícia
PCMG e TJMG assinam Portaria para expansão do PPJe

O Governo do Estado de Minas Gerais, a Polícia Civil (PCMG) e o Tribunal de Justiça (TJMG) assinaram, na manhã desta quinta-feira (21/3), Portaria Conjunta para a expansão do Procedimento de Polícia Judiciária eletrônico (PPJe).
O PPJe é uma iniciativa estratégica da PCMG, acompanhada diretamente pelo Governo do Estado, cujo objetivo é otimizar e acelerar as investigações criminais. Por meio desse novo modelo, o procedimento de polícia judiciária é integralmente produzido em sistemas eletrônicos, com tramitação em plataformas tecnológicas utilizadas pelo Sistema de Justiça Criminal.
Na ocasião da assinatura da Portaria, a chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Gamboge, exaltou o novo sistema como um “divisor de águas” no âmbito institucional. “Trata-se de um marco histórico para a Polícia Civil de Minas Gerais e para o estado”, exaltou.
Já o governador do estado, Romeu Zema, ressaltou os benefícios do novo sistema, mais moderno e eficiente. “Será um serviço fundamental para melhorar a segurança pública em Minas Gerais e trazer benefícios para todos, com mais agilidade nos processos e mais punibilidade”.
O presidente do TJMG, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, explicou que a Portaria assinada hoje decorre de um Termo de Cooperação único no Brasil, entre os poderes Executivo e Judiciário.
A assinatura da Portaria contou com a presença de diversas autoridades, entre elas a chefe adjunta da PCMG, delegada-geral Rita de Cássia Januzzi; o delegado assistente da PCMG, delegado-geral Aloísio Daniel Fagundes; o corregedor-Geral de Justiça, desembargador Luiz Carlos de Azevedo Corrêa Junior; a secretária de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais, Luísa Barreto; o secretário de Estado de Casa Civil Marcelo Aro; e o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública Rogério Greco.
PPJe
Atualmente, procedimentos do tipo EAMP, TCO, BOC, AAFAI e PAAI já tramitam integralmente por meio digital, o que impactou em uma economia aos cofres públicos com a eliminação da impressão de autos e de traslado por meio físico.
Os procedimentos do tipo IP e APFD estão em fase de projeto-piloto, com expectativa de ampliação para todo o estado até meados de 2025. A expectativa é de que todos os procedimentos investigativos de Belo Horizonte passem a tramitar de forma virtual até junho de 2024.
Nesse ínterim, a PCMG está capacitando servidores policiais e administrativos para a nova realidade tecnológica, por meio da plataforma de EAD da Academia de Polícia Civil (Acadepol).
O PPJe foi incluído no Protocolo Justiça Minas Integrada, que tem como pressuposto a junção de esforços entre os Poderes Judiciário e o Executivo para a execução de iniciativas que tragam benefícios para a população mineira.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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