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PCMG emite mais de 900 carteiras de identidade em ação solidária

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Divulgação/PCMG

Promover a cidadania e levar ajuda humanitária às populações de municípios mineiros em situação de vulnerabilidade social. Essa é a proposta da ação conjunta entre a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o Serviço Social Autônomo (Servas) e a Cruz Vermelha (CVB-MG), com ações de emissão de carteira de identidade e distribuição de cestas básicas e agasalhos. Apenas em uma mobilização, realizada entre os dias 17 e 19 deste mês, no Norte do estado, foi garantido o documento a mais de 900 pessoas, que também tiveram acesso aos donativos.

O primeiro trabalho ocorreu nas cidades de São João das Missões e Pedras de Maria da Cruz. De acordo com a diretora do Instituto de Identificação da PCMG, delegada-geral Adriana de Barros Monteiro, as localidades selecionadas estão entre aquelas com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado. “Ações semelhantes serão realizadas em outras regiões carentes do interior de Minas, garantindo usufruto de direitos e assistência social às respectivas comunidades”, informa.

Comissão Volante

Pela PCMG, as demandas de emissão de carteira de identidade estão sendo atendidas pela Comissão Volante do Instituto de Identificação, que chega até às comunidades mais distantes e vulneráveis para a confecção do documento. Somente por meio da atuação das equipes itinerantes, nos últimos dois anos, foram expedidas quase 23,7 mil carteiras de identidade. Em 2023, de janeiro a maio, 5 mil documentos foram emitidos.

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Essa iniciativa se soma ao trabalho realizado pelos aproximadamente 400 postos de identificação localizados em diferentes regiões mineiras, o que resultou na emissão de mais de 2,2 milhões de carteiras de identidade, em 2021 e 2022, e outras 670 mil nos primeiros cinco meses deste ano.

Órgãos e instituições interessados em promover ações com participação da Comissão Volante podem entrar em contato com o Instituto de Identificação via e-mail: [email protected].

Calor Humano

Os agasalhos doados na ação conjunta são provenientes de arrecadação da campanha Calor Humano, promovida pelo Servas. Para saber mais e contribuir, clique AQUI.

Já os alimentos, foram obtidos em iniciativa realizada pela Cruz Vermelha Minas Gerais. Apenas na mobilização em São João das Missões e Pedras de Maria da Cruz, foram distribuídas 600 cestas básicas, conforme divulgado pela CVB-MG. Clique AQUI e confira a ação.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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