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PCMG esclarece sobre crimes contra o meio ambiente

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Divulgação/PCMG

Engajada no combate aos crimes contra o meio ambiente, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) reforça quais são os grupos de crimes ambientais classificados pela Lei nº 9.605/1998:

– Crimes contra a fauna (são todos aqueles que atingem os animais).

– Crimes contra a flora (são aqueles que causam destruição ou dano à vegetação).

– Poluição e outros crimes ambientais (todas as atividades humanas capazes de produzir poluentes, o que inclui lixos, resíduos e outros).

– Crimes contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural (alteração ou dano a instalações protegidas por lei, bens públicos, construções em locais não edificáveis e pichação em edificações e monumentos urbanos).

– Crimes contra a administração ambiental (práticas como afirmações falsas ou enganosas feitas por funcionários públicos, concessão de licença, autorização ou permissão pelo funcionário público em desacordo com as normas ambientais).

Dema

A PCMG possui o Departamento Estadual de Investigação de Crimes contra o Meio Ambiente (Dema). Sediado em Belo Horizonte, o Dema é responsável pela investigação de crimes ambientais na capital e, de forma subsidiária, também oferece apoio às apurações em outros locais do estado.

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Onde e como noticiar crimes contra o meio ambiente?

Na Delegacia de Polícia mais próxima de casa. Também é possível ligar gratuitamente para 181 e realizar a denúncia de forma anônima.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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