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PCMG identifica mais uma vítima de quadrilha de estelionatários

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Divulgação/PCMG

Como resultado da divulgação do resultado da primeira fase da operação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) contra uma quadrilha de estelionatários especializada em subtração de móveis sob locação em Belo Horizonte, mais uma vítima procurou a PCMG nessa semana e novo mandado de busca e apreensão foi cumprido no bairro Lourdes.

Entenda o caso

No último mês, três suspeitos, de 35, 38 e 48 anos, foram presos pelos crimes de estelionato e associação criminosa. Segundo relatado, usando documentos aparentemente falsos, os indivíduos faziam a locação de apartamentos mobiliados e, depois, subtraíam os bens ali existentes.

A equipe da 4ª Delegacia de Polícia Civil Barreiro, com apoio da Regional Barreiro, chegou aos suspeitos no dia 9 de fevereiro. Com eles, os policiais apreenderam documentos supostamente falsos, contratos inverídicos e um celular.

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Com a divulgação do resultado do trabalho policial, no dia 19 de fevereiro, e imagens capturadas durante as investigações, mais uma vítima – totalizando oito até o momento – procurou a Polícia Civil e reconheceu um dos suspeitos pela roupa que usava.

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Assim, um mandado de busca e apreensão foi expedido para um apartamento no bairro de Lourdes, região Centro-Sul de Belo Horizonte, que havia sido alugado pelos suspeitos com documentos falsos.

No local, foram recolhidos diversos documentos públicos e privados com indícios de falsificação e/ou adulteração, além de sete chips de operadoras de telefonia celular e dois modens de internet.

A delegada regional no Barreiro, Gislaine Rios, ressalta a importância da parceria da Polícia Civil com os veículos de imprensa para que casos como esse recebam visibilidade e possam ajudar mais vítimas. “Tal desdobramento demonstra a força da união da polícia e a imprensa para que tenhamos cada vez mais a colaboração da população para o esclarecimento de fatos graves”, disse.

As apurações continuam no sentido de identificar outras possíveis vítimas do grupo criminoso e outros envolvidos nesse crime.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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