Polícia

PCMG identifica seis vítimas de queda de aeronave em Itapeva

Publicados

em

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apresentou, na manhã desta terça-feira (30/1), o resultado dos trabalhos técnico-científicos para identificação das vítimas do acidente aéreo em Itapeva, no Sul do estado.

Seis vítimas, adultas, foram identificadas pelo método de papiloscopia – comparação das impressões digitais –, por meio de confrontos no banco de dados do Instituto de Identificação da PCMG, com apoio da Polícia Federal. Os corpos também foram necropsiados, de modo a explicar as lesões sofridas e determinar a causa da morte, e, em seguida, liberados às famílias na madrugada de hoje.

Foram identificados os corpos do piloto, de 25 anos; do copiloto, de 44; e dos outros quatro tripulantes adultos: duas mulheres de 37 e 40 anos e os maridos, de 40 e 42 anos.

Conforme adiantou o coordenador da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC), médico-legista Gerson Coelho Cavalcante, ainda resta a identificação da última vítima, uma criança do sexo masculino. “Ela também passou por papiloscopia, mas uma vez que não havia dados para confronto, não foi possível a identificação. Por isso, o material biológico dela foi coletado e encaminhado ao Laboratório de Biologia do Instituto de Criminalística da PCMG, já em fase de processamento”, disse.

Leia Também:  Fazenda disponibiliza guia de pagamento do IPVA e anuncia queda no valor da Taxa de Licenciamento

O médico-legista Paulo Massahud, chefe da Seção de Perícias no Morto do Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR), destaca que o procedimento pode levar de dias a semanas e ainda não é possível adiantar a previsão para conclusão desse procedimento. “Temos de constatar se esse material está apto à extração de DNA de fato; realizar a extração propriamente dita e, em uma terceira etapa, a confrontação desse DNA com o material genético de supostos parentes para, por fim, apresentar o laudo conclusivo”, adiantou.

A PCMG, juntamente com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), continua os trabalhos para apurar a causa e as circunstâncias do acidente aéreo.

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Bombeiros de Minas encerram operação de buscas por vítimas na tragédia de Petrópolis, no Rio

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA