Polícia
PCMG incinera quase 600 quilos de drogas em Montes Claros
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) incinerou, nessa terça-feira (5/12), em Montes Claros, região Norte do estado, quase 600 quilos de drogas que estavam custodiadas em unidades vinculadas à Delegacia Regional. Além dos entorpecentes, os policiais civis também destruíram três toneladas de produtos contrabandeados.
As drogas foram apreendidas em ações das forças de segurança cujos procedimentos tramitaram na delegacia responsável por combate ao tráfico de drogas, na 4ª Delegacia de Polícia Civil (DPC) e na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Já os materiais contrabandeados estavam apreendidos em inquéritos da 4ª DPC.
A incineração foi acompanhada por representantes do Ministério Público de Minas Gerais e da Vigilância Sanitária.
Fonte: Polícia Civil de MG
Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados
Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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