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PCMG indicia dois irmãos por morte de homem em Cuparaque

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Divulgação/PCMG

Na última sexta-feira (25/8), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu as investigações relacionadas ao homicídio de um homem, de 36 anos, atingido com sete golpes de instrumento perfurocortante. O crime ocorreu em um bar, no Centro da cidade de Cuparaque, região do Rio Doce, no dia 2 de março de 2022.

Com a conclusão do inquérito, a PCMG representou pelo indiciamento de dois irmãos, atualmente com 42 e 43 anos, sendo que um dele irá responder por homicídio qualificado pelo motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, e o outro, pelo crime de lesão corporal.

Crime

Na noite dos fatos, a vítima foi a um bar, acompanhada por um amigo, onde ocorreu atrito com os dois irmãos investigados. Conforme apurado, os envolvidos já possuíam desavenças anteriores, devido ao fato de os suspeitos serem proprietários de outro bar, onde a vítima teria se envolvido em brigas, que ocasionaram danos em alguns móveis do estabelecimento.

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De acordo com o delegado Paulo Rezende, no dia do homicídio, o clima entre os frequentadores do bar estava alegre e tranquilo, inclusive há relatos de que a vítima estava dançando e ensinando uma criança a dançar. Porém, com a chegada dos investigados ao local, o atrito ocorreu. “Em determinado momento, a vítima pegou uma lata de cerveja que estava na mesa do suspeito, o que motivou o início da discussão, inflamada pela desavença pretérita. O outro suspeito, então, entrou na briga e começou a agredir a vítima”, disse.

Ainda de acordo com Rezende, “com o braço esquerdo, um dos suspeitos segurou o pescoço da vítima e a arrastou, ao mesmo tempo em que desferia socos no rosto dela com o braço direito. Ocorre que o outro suspeito, aproveitando-se do fato de a vítima estar imobilizada e com as costas livres, sacou uma lâmina que estava em sua bota – possivelmente uma faca ou canivete, com lâmina de aproximadamente 10 centímetros – e efetuou sete golpes, com força e rapidez, nas costas da vítima”, detalhou.

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Os golpes atingiram fatalmente o tórax e o abdome da vítima, provocando a perfuração do pulmão direito e das vísceras abdominais. Em seguida, os investigados fugiram do local e não foram mais vistos na região.

Diante disso, a PCMG representou, ainda no ano de 2022, pelos mandados de prisão temporária contra os investigados, as quais foram deferidas pelo Poder Judiciário. Contudo, os irmãos permanecem foragidos.

As investigações foram coordenadas pela Delegacia de Polícia Civil em Conselheiro Pena.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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