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PCMG indicia homem por estupro de sete meninas no Norte de Minas

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) encerrou, nesta quinta-feira (29/2), inquérito policial instaurado para apurar o crime de estupro de vulnerável, envolvendo um homem, de 46 anos, suspeito de estuprar sete vítimas, entre elas quatro filhas dele, em São João da Lagoa, na região Norte do estado. O investigado já está preso preventivamente.

As investigações, realizadas pela Delegacia de Polícia Civil em Coração de Jesus, começaram depois que os policiais receberam uma denúncia formulada pelo Conselho Tutelar do município de São João da Lagoa, em 23 de janeiro deste ano, referente à filha mais nova do investigado, com 13 anos.

Na denúncia realizada de forma anônima, a pessoa citou supostas violações contra a dignidade sexual da adolescente. Inicialmente, os conselheiros entraram em contato com a mãe da vítima, que alegou desconhecer os fatos. Contudo, a mulher relatou que desde os 9 anos sua filha teria apresentado mudanças psicológicas e isolamento social, inclusive começado a se mutilar.

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Investigações

Diante dos fatos, foi instaurado um inquérito policial, e, após levantamentos investigativos, a PCMG reuniu elementos que comprovaram o crime contra a adolescente, e, ainda, identificou outras seis vítimas, entre elas três filhas do suspeito de outro relacionamento, duas cunhadas e uma vizinha.

Conforme apurado, as meninas teriam sido violentadas pelo pai durante a infância e parte da adolescência, dos 6 aos 12 anos de idade. Segundo relato, a violência sexual teria terminado depois que a mãe delas se separou do homem. Elas descreveram o pai como pedófilo e extremamente violento. As outras vítimas também foram abusadas quando eram adolescentes.

Diante dos fatos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado, que aconteceu no dia 19 de fevereiro. Após a finalização das apurações, o investigado foi indiciado por estupro de vulnerável e permanece no sistema prisional à disposição da Justiça.

Foto: Arquivo PCMG

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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