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PCMG indicia homem por tentativa de feminicídio em Campo Belo

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, na última segunda-feira (2/10), o inquérito policial que apurou tentativa de feminicídio contra uma mulher, de 25 anos, em Campo Belo, região Centro-Oeste do estado. O companheiro da vítima, de 32 anos, foi indiciado pelo crime.

No dia 24 de setembro deste ano, a mulher foi atraída pelo suspeito, com quem mantinha um relacionamento há quatro meses, a uma lanchonete de propriedade dele, localizada no bairro São Luiz. Ele disse à namorada que iria levá-la a um churrasco e efetuou um ataque.

A vítima foi atingida com diversos golpes de faca, sendo que parte da lâmina, de aproximadamente nove centímetros, ficou alojada no pescoço da mulher, exigindo uma cirurgia de emergência para a remoção. A investigação policial detalhada revelou que ciúmes foram a principal motivação por trás do crime.

Após o atentado, o homem levou a vítima ao hospital. Posteriormente, se apresentou na delegacia acompanhado de um advogado, alegando que agiu em legítima defesa após supostamente ter sido agredido por ela. A versão do suspeito foi confrontada durante os levantamentos policiais.

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As apurações revelaram que, depois do crime, o investigado retornou à lanchonete e tentou apagar vestígios, lavando o local. Conforme explica o delegado Matheus Nascimento e Silva, a tentativa de ocultação de provas fundamentou o indiciamento do investigado também por crime de falsidade processual. “A perícia realizada no local do crime apontou a presença de vestígios de sangue da vítima, corroborando com as descobertas da investigação”, pontua.

O suspeito segue detido no sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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