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PCMG indicia irmãos por roubos violentos em Santa Maria de Itabira

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta sexta-feira (20/1), três inquéritos policiais que apuraram roubos violentos cometidos na zona rural de Santa Maria de Itabira, região Central do estado. Dois irmãos, de 20 e 21 anos, foram indiciados pelos crimes.

A PCMG apurou que os suspeitos tinham como alvos residências afastadas, onde buscavam por motocicletas, armas de fogo, pedras preciosas e dinheiro em espécie, preferencialmente. Conforme narrado pelas vítimas, eles eram extremamente violentos durante os assaltos, chegando a agredi-las com coronhadas.

Levantamentos policiais evidenciaram que os irmãos, após os crimes, se escondiam em um imóvel em construção, localizado em um povoado afastado na zona rural de Ferros, a pouco mais de 25 km. No esconderijo, a polícia encontrou parte dos bens roubados, arma de fogo e roupas.

Com base nos elementos obtidos, a PCMG representou à Justiça pelas prisões temporárias dos investigados, cumpridas por policiais militares no dia 31 de dezembro do ano passado. Na ocasião, os suspeitos chegaram a entrar em confronto armado com os militares, razão pela qual foi necessário o acionamento do helicóptero e da unidade de cães para localização deles.

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Latrocínio

Os suspeitos também são suspeitos de terem cometido o latrocínio – roubo seguido de morte – de um homem, no dia 11 de dezembro de 2022, no Povoado do Tatu, zona rural de Santa Maria de Itabira.

Naquele dia, a dupla teria invadido a residência da vítima em busca de pedras preciosas, mas o homem reagiu, lutando contra os invasores. Durante o confronto, a vítima foi atingida por um tiro de arma de fogo, falecendo no dia seguinte.

O inquérito policial que apura esse caso, além de outros dois roubos registrados em residências, estão em fase de conclusão e devem ser remetidos à Justiça nos próximos dias.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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