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PCMG indicia suspeito de atropelar entregador de aplicativo na capital

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Divulgação/PCMG

O trabalho de inteligência da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) resultou na identificação e indiciamento do motorista, de 26 anos, suspeito de atropelar um entregador de aplicativo, na noite do último dia 14 de abril, na Avenida Teresa Cristina, em Belo Horizonte. Em razão desse crime, o investigado foi indiciado pelo crime de lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e por afastar-se do local do sinistro para fugir à responsabilidade.

A vítima, de 38 anos, estava pilotando uma moto quando foi atingida pelo carro do suspeito, conduzido em alta velocidade. Após o crime, o homem fugiu do local sem prestar socorro. As cenas foram registradas por câmeras de segurança instaladas ao longo da avenida.

Diante da violência do impacto, o motociclista foi arremessado no asfalto, chegando a colidir contra um poste de iluminação. Com apoio de pessoas que passavam pelo local, a vítima foi socorrida e encaminhada para um hospital da cidade, onde passou por cirurgias.

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A vítima estava trabalhando no momento em que foi atropelada.

Trabalhos investigativos

Durante as investigações, a PCMG teve acesso a um pedaço do para-choque do carro envolvido no atropelamento. Por meio de levantamentos em sistemas e em locais físicos, os policiais localizaram então o veículo envolvido no crime, tratando-se de um carro furtado, com placas adulteradas.

De acordo com a delegada Renata de Oliveira Lima, que coordenou as investigações, o automóvel que atropelou o motociclista foi apreendido no último dia 25 de abril. “Conseguimos localizar o veículo, ele foi submetido à perícia, a peça encaixou perfeitamente, como um quebra-cabeça, e se constatou: era aquele veículo”, completou.

Com base em informações levantadas no momento da apreensão do carro, a PCMG identificou quem conduzia o veículo na noite do dia 14 de abril, sendo ele o homem de 26 anos. O investigado foi preso no dia 7 de maio, pelo crime de furto, e permanece no sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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