Polícia
PCMG indicia suspeito de cometer estupro virtual contra criança

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, na última sexta-feira (1/3), o inquérito policial que apurou crimes de estupro virtual e abuso, contra uma criança de 8 anos, em Carlos Chagas, no Vale do Mucuri. Um homem, de 47 anos, natural do Rio de Janeiro, foi indiciado pelos delitos.
A mãe do menino procurou a PCMG após descobrir que o homem mantinha contato com a criança de forma virtual. Ela havia levado o celular da vítima para formatação e o técnico estranhou fotos e vídeos armazenados no aparelho, alertando a mulher sobre o conteúdo. Ela descobriu, então, um contato telefônico suspeito no celular e procurou a Delegacia de Polícia Civil em Carlos Chagas.
A partir dos dados colhidos, a Polícia Civil identificou o homem, residente no Rio de Janeiro (RJ), e descobriu que ele havia conhecido a criança por meio de um aplicativo de compartilhamento de vídeos. Segundo a delegada Tayná Cunha do Canto Maia, que coordena a investigação, o homem utilizava a foto de uma pessoa mais jovem no perfil do aplicativo e logo aliciou a vítima também por meio de aplicativos de mensagens. A PCMG apurou que o suspeito trocava fotos íntimas com a vítima e ainda praticava sexo na forma virtual.
Ao ser intimado, o investigado confessou os fatos na sede da delegacia no Rio de Janeiro. O inquérito foi encaminhado à Justiça com representação pela prisão preventiva, bem como pelo cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do suspeito.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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