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PCMG indicia técnico de handebol por injúria racial em Pompéu

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou um homem, de 31 anos, técnico de handebol, por injúria racial. O crime ocorreu no dia 15 de junho deste ano, durante evento estudantil esportivo realizado na cidade de Pompéu, no Centro-Oeste do estado.

Conforme apurado, a vítima de 15 anos teria questionado o placar divulgado no perfil do suspeito, bem como a participação de certos atletas da equipe, por meio de um aplicativo de mensagens. Em resposta, o técnico do time de handebol de Pompéu teria insultado o adolescente com comentários racistas e enviado prints de suas contas bancárias para demonstrar seu poderio econômico.

Durante as investigações conduzidas pela delegada Letícia Müller, a identidade do suspeito foi apurada. “Ele confessou ter enviado as mensagens, mas negou ter tido a intenção de ofender o adolescente com termos racistas. Diante dos elementos informativos produzidos, o investigado foi indiciado pela prática do crime de injúria racial, caracterizando uma espécie do crime de racismo, conforme tipificado no artigo 2º-A, caput, da Lei 7.716/89, cuja pena pode chegar a cinco anos de prisão”, explica a delegada.

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O inquérito foi concluído no início desta semana e será encaminhado ao Poder Judiciário para análise e adoção das providências cabíveis.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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