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PCMG inicia o Mês da Mulher com mandados cumpridos em BH e RMBH

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta sexta-feira (1/3), a primeira etapa da operação Átria, com o objetivo de reprimir a violência contra a mulher e cumprir prisões e buscas na capital e na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Na ação, foram presos três homens, com idades entre 40 e 70 anos, e apreendidas quatro armas de fogo e 69 munições em 13 mandados relacionados com denúncias de violência doméstica.

As três prisões decorrem da prática de crimes de lesão corporal, violência psicológica e descumprimento de medida protetiva e foram efetuadas nos bairros Glória, Alto Barroca e Buritis, em Belo Horizonte. Já os mandados de busca e apreensão foram cumpridos na Savassi, na capital, onde foi recolhida uma arma de fogo, e em Contagem, na RMBH, sendo apreendidas outras armas de fogo e munições.

Na operação, que contou com a Coordenação de Recursos Especiais (Core), foram empenhados 50 policiais civis, e toda equipe atuou também nas regiões de Venda Nova, Barreiro e Centro-Sul, na capital.

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Para a chefe do Departamento Estadual de Orientação, Investigação e Proteção à Família (Defam), delegada-geral Carolina Bechelany, a ação desta sexta-feira inaugura um mês emblemático para a PCMG. “No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, estamos, hoje, no primeiro dia de março, deflagrando essa operação para demonstrar que abrimos o mês com atuação repressiva e continuaremos a realizar demais ações preventivas e de orientação diuturnamente para conscientização da população”, garantiu.

A delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid), destacou sobre a eficácia da medida protetiva. “Havendo o descumprimento da medida protetiva, o agressor pode ser preso em flagrante, sem cabimento de pagamento de fiança, ou pedida a representação da prisão preventiva desse autor”, frisou a delegada.

Operação Átria

A operação nacional foi desencadeada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Durante o mês de março, serão realizadas ações policiais e, para além do trabalho repressivo da PCMG, também ações educativas no sentido de conscientizar as mulheres sobre direitos, como denunciar e a quem recorrer em caso de violência no âmbito doméstico e familiar.

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Denúncia

A PCMG orienta que todo caso de violência doméstica e familiar contra a mulher seja denunciado. O registro pode ser feito diretamente em unidade policial, via disques 180 ou 181 e também pela DELEGACIA VIRTUAL nos casos de ameaça, vias de fato/lesão corporal e descumprimento de medida protetiva. Acesse o manual produzido pela Polícia Civil e saiba mais sobre o tema (clique AQUI ).

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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