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PCMG integra serviço de atendimento a vítimas de violência doméstica

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Divulgação/PCMG

A população de Varginha, Sul do estado, agora conta com serviço intersetorial de assistência humanizada às vítimas de violência doméstica. Trata-se do Centro Integrado de Atendimento à Mulher (Ciam), inaugurado hoje (25/4), fruto de acordo de cooperação técnica entre a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a Prefeitura e o Núcleo de Capacitação para a Paz (Nucap).

O Ciam funciona na Rua Coronel José Alves, 159, bairro Vila Pinto. No endereço, também foi reinaugurada a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). A nova sede tem o objetivo de oferecer um ambiente seguro e acolhedor para as vítimas de violência de gênero. Além de lidar com a investigação dos casos e proteção das vítimas, a equipe da unidade policial poderá realizar o encaminhamento da mulher aos serviços de assistência jurídica, psicológica e social reunidos em um único local.

Representando a chefia da PCMG, o chefe do 6º Departamento, delegado-geral Fernando Bettio, destacou a importância da integração das instituições: “Esse projeto representa um marco em nossa jornada rumo à construção de uma Polícia Civil mais inclusiva, sensível e comprometida com o combate à violência doméstica. Ratificamos o empenho na atuação integrada e harmoniosa com os demais órgãos para a soma eficiente de forças pelo bem comum”.

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Bettio ainda falou sobre a nova estrutura física da Deam. “Hoje podemos contar com uma unidade policial totalmente preparada para o atendimento da mulher em situação de violência, que proporciona, também, melhores condições de trabalho para cada policial civil e servidor administrativo que aqui prestam seu valoroso serviço”, pontuou.

Diretrizes

As diretrizes do Centro Integrado englobam integralidade de atendimento, respeito às diferenças, acolhimento, encaminhamento aos diferentes serviços e garantia do reconhecimento da mulher como pessoa de direitos. O Ciam, que tem como palavra-chave o “cuidado”, leva o nome da varginhense Tayná Fabri Leão, vítima de feminicídio em maio de 2022.

Participaram da solenidade representantes da PCMG e de demais forças de segurança pública, autoridades da Administração Municipal e do Legislativo Municipal e Estadual, do Poder Judiciário, do Ministério Público, além de entidades representativas.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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