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PCMG intensifica combate ao tráfico de drogas com operações na capital

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Divulgação/PCMG

Em duas operações distintas de combate ao tráfico de drogas, desencadeadas na manhã de hoje (31/1), na região Norte da capital, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu um homem de 30 anos, no bairro Céu Azul, e outros dois, de 25 e 30, no bairro Jaqueline. As ações integram um conjunto de ações que visam o combate à criminalidade na capital e na Região Metropolitana.

No curso dos trabalhos policiais, no bairro Céu Azul, os policiais apreenderam expressiva quantidade de drogas consideradas “gourmet”, tendo em vista o alto valor de mercado. Entre as substâncias arrecadadas estão MDMA, ecstasy e haxixe.

Conforme apurado, o investigado de 30 anos tinha como estratégia de venda a apresentação de um catálogo, por meio do qual apresentava extensa lista de drogas sintéticas. “Ele atuava na venda de entorpecentes por varejo, ou seja, comercializando diretamente aos usuários, geralmente pessoas com alto poder aquisitivo”, ressaltou o delegado responsável pela ação, Rodolpho Machado.

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Delivery de fachada

Já no bairro Jaqueline, os policiais encontraram com os investigados cocaína, maconha e munições. Um dos suspeitos atuava como entregador cadastrado em empresas de aplicativo para distribuição de alimentos e bebidas. Assim, conforme investigações, ele teria se aproveitado da legitimidade para iniciar a distribuição de drogas a delivery.

“Descobrimos que o suspeito estava montando uma rede de distribuição de drogas, trabalhando com pasta base de cocaína, além de materiais para o refino da droga. Ele trabalhava de madrugada, valendo-se da credibilidade das empresas e atendendo também a um público mais exigente”, informou o delegado Davi Moraes, acrescentando que, na residência do suspeito, também foram apreendidas munições. “No local, havia três crianças, que poderiam estar em contato com os entorpecentes”, completou.

Investigações revelaram que o suspeito estava ampliando o esquema criminoso, cooptando outras pessoas. O outro preso na mesma ação policial foi detido também com porções de droga. A motocicleta utilizada pelo investigado para entrega dos entorpecentes foi recolhida na operação.

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Para o chefe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), delegado Thiago Machado, a desarticulação das associações criminosas com as operações desta quarta-feira também sinaliza para a repressão de outros crimes. “Acreditamos que os grupos criminosos estejam envolvidos em outras modalidades criminosas, como homicídios e porte ilegal de arma de fogo. Por isso, as investigações devem se desenvolver no sentido de desarticular completamente suas respectivas atividades”, afirmou.

Todos os investigados foram encaminhados à delegacia e passam por procedimento de polícia judiciária para autuação em flagrante.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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