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PCMG investiga casal por comércio de animais da fauna silvestre em BH

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Divulgação/PCMG

Em Belo Horizonte, nessa quarta-feira (17/4), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga um casal, de 27 e 30 anos, suspeito de praticar venda ilegal de animais da fauna silvestre e exótica no estabelecimento comercial e maus-tratos a animais.

Na loja e na residência dos suspeitos, a equipe policial localizou uma tartaruga, dois hedgehogs (ouriço pigmeu africano), uma arraia grande e duas aves da espécie Ring Neck. Os animais foram apreendidos, e a PCMG lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Entenda o caso

As investigações tiveram início após a equipe da Delegacia Especializada em Investigação de Crimes Contra a Fauna receber denúncia de possível venda ilegal de animais da fauna silvestre e exótica por uma empresa que tinha como atividade principal o comércio de materiais para aquarismo e peixes ornamentais. Após levantamentos, a equipe policial compareceu ao estabelecimento comercial no bairro Lindeia.

Na abordagem, a vendedora e esposa do proprietário mantinha a tartaruga, os hedgehogs e a arraia grande na loja para serem comercializados. Os investigados informaram que tinham nota fiscal da arraia, mas dos demais animais não. Em continuidade aos trabalhos, na residência do casal, ainda foram localizadas as duas aves da espécie Ring Neck anilhadas.

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Os suspeitos informaram que não tinham permissões/autorizações para terem os animais, sendo a tartaruga e os hedgehogs sendo encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama. Os demais foram deixados sob fiel depositário até a apresentação da documentação.

As investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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