Polícia
PCMG lança dados sobre desaparecimento em plataforma online

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) lança oficialmente, nesta sexta-feira (7/6), na plataforma online Microsoft Power BI, dados sobre pessoas desaparecidas e localizadas em todo o estado. Os dados, disponibilizados para consulta pública, podem ser acessados por pessoas que tenham acesso a Internet. Por meio desse serviço, é possível analisar de forma detalhada o cenário referente ao desaparecimento de pessoas em Minas Gerais, desde 2019 até atualmente.
Segundo o diretor de Estatística e Análise Criminal da Superintendência de Informações e Inteligência Policial (SIIP/PCMG), delegado Diego Fabiano Alves, os dados sobre o quantitativo, bem como o perfil das pessoas desaparecidas e localizadas, foram extraídos da Base Integrada de Segurança Pública (Bisp), onde constam dados obtidos do sistema do Registro de Evento de Defesa Social (Reds). “Isso ressalta o quão é relevante o preenchimento correto e detalhado do Reds”, avalia.
De acordo com a chefe da Divisão Especializada de Referência da Pessoa Desaparecida (DRPD), delegada Ingrid Estevam, a ferramenta contribuirá substancialmente para que o cenário sobre o desaparecimento de pessoas em Minas Gerais seja ainda melhor compreendido.
“Para que haja a otimização de políticas públicas voltadas ao trabalho de localização de pessoas, é fundamental termos o ‘mapa’ do desaparecimento no estado. Sabermos o número de desaparecidos e localizados, conhecermos o perfil de desaparecidos, além de tantos outros dados relevantes, é, certamente, um grande avanço da PCMG na matéria de desaparecimento”, destaca Ingrid.
Eficiência e transparência
Para a chefe do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Alessandra Wilke, unidade à qual a DRPD está vinculada, o projeto demonstra o esforço constante da PCMG em ser cada vez mais eficiente quando o assunto é localização de pessoas desaparecidas.
“Termos essa plataforma on-line, disponível para consulta pública, é a materialização da eficiência e da transparência com que a Polícia Civil e o Governo de Minas Gerais vêm tratando o desaparecimento de pessoas, um assunto tão sensível para a nossa sociedade”, observa Alessandra.
Contribuição ao trabalho da imprensa
A ferramenta também terá grande aplicabilidade no trabalho da imprensa. “A plataforma trará mais rapidez e autonomia para os jornalistas, que poderão acessar os dados no momento que necessitarem, inclusive usando filtros de busca que os ajudarão a se adequarem ao enfoque de cada pauta”, explica a jornalista e analista da PCMG Iriana Mol.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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