Polícia
PCMG mira grupo suspeito de aplicar golpe da falsa carta de crédito

Como desdobramentos de investigações que apuram a prática de estelionato da falsa carta de crédito contemplada de consórcio de veículos, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quinta-feira (10/8), a operação Golpe Certo, para cumprimento de seis mandados de busca e apreensão na capital. Durante os trabalhos, foram arrecadados documentos, celular e notebook.
As apurações começaram com a prisão em flagrante de um dos investigados, de 44 anos, em abril de 2022. A partir disso, a equipe da 2ª Delegacia de Polícia Civil Centro identificou outros cinco suspeitos de envolvimento no esquema, que consiste em criar uma empresa de oferta de cartas de crédito de consórcio já contempladas, com proposta atrativa para o consumidor: parcelas de baixo valor com juros reduzidos e investimento inicial geralmente razoável para a aquisição imediata do bem. Porém, após o pagamento da entrada, as vítimas não recebem a carta e descobrem que o documento é falso ou inexistente.
No curso das investigações, por meio da análise da movimentação financeira de contas bancárias, verificou-se a participação dos suspeitos na prática criminosa – até o momento, foram identificadas três vítimas da organização. Assim, a PCMG requereu ao Poder Judiciário a expedição dos mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados. Os materiais recolhidos serão periciados, bem como realizados os demais procedimentos para o prosseguimento das investigações.
A operação desencadeada pela 2ª Delegacia Centro contou com o apoio de equipes do 1º Departamento de Polícia Civil, totalizando a participação de 21 policiais civis.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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