Polícia

PCMG participa da operação Ataúde em Governador Valadares

Publicados

em

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou, nessa quarta-feira (6/9), da operação Contra Ataúde, como parte da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Governador Valadares, composta também pelas polícias Federal, Militar e Penal. A ação tem como objetivo desarticular duas associações criminosas destinadas ao tráfico ilícito de drogas.

De acordo com as investigações, que ocorrem desde 2020, a primeira dessas organizações tem alcance nacional e suposto envolvimento de facção criminosa, além de realizar o transporte de drogas no interior de carros funerários e caixões, buscando ilidir eventual abordagem policial. Esse grupo seria o responsável por alimentar várias outras organizações criminosas, nos mais diversos estados da federação, tendo sido responsável pela remessa de quase 150 kg de substância entorpecente para cidades mineiras, que foram apreendidos em três ocasiões distintas.

Na primeira apreensão, foram arrecadados 10kg de pasta base de cocaína e 48,5kg de crack, isso no dia 27 de novembro de 2020, em Ituiutaba, cidade mineira, pela Polícia Militar de Minas Gerais, após perseguição a uma caminhonete que desobedeceu a uma ordem de parada. Durante a fuga, o veículo colidiu de frente com outro carro, vindo a causar a morte do motorista. A droga foi encontrada no interior do veículo, tendo sido sendo preso o motorista da caminhonete.

Leia Também:  Polícia Civil recebe novas viaturas para delegacias do Sul de Minas

No dia 10 de novembro de 2022, a Polícia Rodoviária Federal abordou um carro funerário, em Vargem, no interior de São Paulo, cujo veículo seria de empresa sediada em Minas Gerais. Na oportunidade, foi encontrado, no interior de um caixão, 50 kg de crack, resultando, também, na prisão de um suspeito.

Já no dia 30 de maio de 2023, em Governador Valadares, na região Leste de Minas Gerais, a Polícia Militar realizou a abordagem e a prisão de quatro suspeitos, que transportavam 27 kg de crack, no interior de um carro funerário que iria para uma associação criminosa, sediada na cidade, e especializada no comércio ilícito de entorpecente, sendo essa a segunda associação investigada. A droga tinha como destino o comércio local. Um dos líderes dessa associação encontra-se preso e controla as atividades do interior presídio. Sendo que, recentemente, esse homem foi condenado a 26 anos de prisão, pelo crime de homicídio.

Durante as investigações foram identificadas, pelos órgãos de controle, movimentações financeiras suspeitas que somam mais de 350 milhões de reais e são alvos de investigação da FICCO/GVS.

Leia Também:  Deputados estaduais fazem visita de cortesia a Governador interino de Minas Gerais

Para a deflagração da operação policial foram empregados mais de 100 policiais das forças que compõem a FICCO, incluídos força tática, canil e apoio aéreo com a presença da CORE, 5ª Brave e Canil das Polícias Civil, Militar e Penal.

Foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Criminal da Comarca de Governador Valadares, e cumpridos nesta data, nos municípios de Governador Valadares, Belo Horizonte, São Joaquim de Bicas, Rio Manso e Pouso Alegre, 7 mandados de prisão, 20 mandados de busca e apreensão e bloqueio de 24 contas bancárias.

Balanço da operação:

Cidades da operação

Pouso Alegre

Governador Valadares

Belo Horizonte

São Joaquim de bicas

Três corações

Para de minas

Rio manso

Resultado

150 contas bloqueadas

4 armas de fogo

Diversas Munições

Quantidade significativa de drogas

Grande quantia de dinheiro em espécie

4 placas de balístico

Diversos veículos apreendidos

Efetivo empregado

30 policiais civis

52 policiais militares

30 policiais federais

10 policiais penais

Apoio aéreo da PPCMG

Apoio aéreo da PMMG

Apoio do canil da PCMG. PMMG E PF

Core da PCMG

Texto Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais (adaptado)

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Governador prestigia posse do novo presidente do TJMG

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA