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PCMG participa de ação contra fraudes tributárias no setor de grãos

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta quarta-feira (14/12), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou da operação Rábula, coordenada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-MG). A ação, que pretende aprofundar a investigação de fraudes tributárias no setor de grãos, teve como alvo um grupo criminoso sediado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Durante os trabalhos policiais, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na cidade de Contagem, inclusive, na sede de um escritório de contabilidade que teria sido articulado para viabilizar o esquema criminoso.

Conforme apurado, a organização investigada atua na constituição de empresas de fachada para simular operações e ludibriar a administração tributária. A fiscalização já autuou diversas empresas do segmento de grãos envolvidas com esse grupo criminoso, sendo constituídos créditos tributários em valores superiores a R$ 400 milhões. Além da sonegação fiscal, os investigados podem responder pelos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica e exercício ilegal da profissão.

O Cira-MG consiste em uma articulação interinstitucional constituída pelo Ministério Público, Receita Estadual de Minas Gerais, Advocacia-Geral do Estado (AGE) e polícias Civil e Militar de Minas Gerais.

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Além da PCMG, participaram da operação um promotor de Justiça e 10 auditores fiscais da Receita Estadual (Superintendência de Contagem).

* Com informações do Cira-MG

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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