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PCMG participa de ação integrada em escola de BH

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Divulgação/PCMG

“A Escolha é Sua!” foi o tema da ação em que a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) e com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), na manhã do último sábado (25/11). Representantes das forças de segurança estiveram na Escola Estadual Professor Agnelo Correia Viana, no bairro Jardim Leblon, região de Venda Nova, em Belo Horizonte, para apresentar a atuação de cada uma das instituições que salvam e protegem vidas. A iniciativa reuniu cerca de 300 adolescentes.

A ideia surgiu a partir de um curso de Polícia Comunitária com a delegada Isabella Oliveira da PCMG e o tenente Raphael Gomes da Silva da PMMG. O Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam) integrou a equipe por meio da chefe da Divisão Especializada de Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente (Dopcad), delegada Renata Ribeiro.

Pela PCMG, as delegadas e o escrivão Henrique Siqueira ministraram palestra sobre o acesso e os riscos da internet. Os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer a atuação da polícia judiciária e receberam orientações quanto ao uso seguro da internet e crimes de violências doméstica e sexual de modo geral. Com a PMMG, os adolescentes receberam dicas preventivas de segurança para acesso e uso de celular e computador, e com a equipe do CBMMG, participaram de demonstrações de levantamento de veículos e resgates de vítimas. Ainda, o Tirinha, mascote da PCMG, levou alegria e descontração aos participantes, prestigiando as atividades na escola.

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A chefe da Dopcad explicou a participação da PCMG na ação voltada para os adolescentes. “Falamos para eles sobre os riscos que estão expostos na internet e que podem acarretar consequências em suas vidas. Também orientamos quanto aos crimes contra dignidade sexual e violência doméstica de modo geral. Os alunos assistiram atentos. Tenho certeza que será de grande valia para o cotidiano deles”, destacou a delegada Renata Ribeiro.

“Foi uma manhã muito produtiva. Os alunos gostaram bastante e tenho certeza que aprenderam muito. A escola estava toda empenhada no evento, entendendo a importância da proximidade das forças de segurança junto da comunidade. Não há dúvidas de que conseguimos despertar o interesse de muitos ali”, garantiu a delegada Isabella Franca, da Superintendência de Informações e Inteligência Policial (Siip).

Para a chefe do Defam, delegada-geral Carolina Bechelany, foi grandiosa a atuação integrada. “Parabenizo todos os envolvidos por essa iniciativa tão importante e expressiva!”, elogiou.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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