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PCMG participa de operação contra estelionato e lavagem de dinheiro

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Divulgação/PCMG

Na manhã de hoje (1/2), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou da operação Mapa de Milhas, coordenada pelo Ministério Público (MPMG), com o objetivo de cumprir 17 mandados de busca e apreensão. A ação teve como alvos endereços de pessoas físicas e jurídicas em Belo Horizonte, ligadas a grupo que intermedeia venda de passagens aéreas, investigadas por estelionato e lavagem de dinheiro.

Conforme investigações, uma associação criminosa causou prejuízo milionário a inúmeras pessoas em todo o país por meio de crimes de estelionato. As apurações visam, ainda, verificar a prática de lavagem de dinheiro, mediante a utilização de estratégias financeiras e corporativas com o propósito de esconder valores e bens.

O procedimento investigativo é conduzido pela 14ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor da Capital, com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco Central) e do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet). Participaram da operação 58 policiais civis, oito promotores de Justiça, cinco servidores do MPMG e um policial militar.

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Além da atuação criminal, o Ministério Público de Minas Gerais ajuizou ações civis públicas para a tutela coletiva dos consumidores lesados, sendo deferidos pedidos de bloqueio judicial de bens e valores das empresas e sócios que integram o grupo econômico.

Unidade de Combate ao Crime e à Corrupção

A operação é resultado da atuação da Unidade de Combate ao Crime e à Corrupção (UCC), estratégia de articulação interinstitucional do MPMG. Instituída em julho de 2022, com a inauguração do prédio Promotor de Justiça Francisco Lins do Rego, a UCC reúne a estrutura de diversos órgãos de apoio às Promotorias de Justiça voltados às investigações mais complexas, de caráter interdisciplinar, envolvendo corrupção, criminalidade econômica e organizações criminosas.

Texto: adaptado do MPMG

*Fotos: Divulgação PCMG

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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