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PCMG participa de operação Escudo Triplo com mais de 300 prisões

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou da operação Escudo Triplo, que uniu os trabalhos das forças de segurança dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A ação conjunta ocorreu entre os dias 6 e 10 de setembro, contemplando o feriado prolongado. Em Minas, os trabalhos da PCMG foram coordenados pelo 17º Departamento em Pouso Alegre.

Com blitzen, abordagens e acompanhamento da movimentação nos municípios, o foco da operação foi repreender e prevenir a prática de crimes, garantindo a segurança da população nas divisas entre os três estados.

Ao todo, participaram 2.103 profissionais de segurança pública, incluindo policiais e bombeiros, com cerca de mil ações executadas. O trabalho resultou em 325 prisões, entre flagrantes e mandados, 33 apreensões de armas de fogo, 23 atividades de tráfico e 6.043 de outras apreensões.

O chefe do 17º Departamento da PCMG, delegado-geral Pedro Henrique Rabelo Bezerra, avalia como essencial o trabalho conjunto e coordenado das forças de segurança. “O resultado final, que é a proteção dos cidadãos e a garantia da segurança da sociedade como um todo, só pode ser integralmente alcançado com o trabalho sincronizado e em rede, com todas as instituições de segurança pública”, afirmou.

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Participaram as instituições da Polícia Civil de Minas Gerais, Polícia Militar dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiro Militar e Ministério Público.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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