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PCMG participa do Comboio do Bem e entrega presentes em Juiz de Fora

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) – acompanhada de outras instituições – esteve presente em mais uma edição do Comboio do Bem, realizado há 21 anos, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. A ação resultou na entrega de presentes, nesta sexta-feira (2/12), a crianças, jovens e adultos assistidos pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Educandário Carlos Chagas, Escola Estadual Maria das Dores, Instituto Bruno e Instituto Vitória.

A iniciativa – que tem como um dos idealizadores William da Mata Pimentel, conhecido como William Boy – contou com a contribuição de diversos parceiros e voluntários, entre eles, servidores do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora, que apadrinharam cartas endereçadas ao Papai Noel.

De acordo com a chefe do 4º Departamento, delegada-geral Flavia Mara Camargo Murta, a PCMG se sente lisonjeada em participar dessa mobilização, uma vez que a instituição visa não só combater a criminalidade e efetuar demais prestações de serviços – no que tange ao Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) e à identificação civil e criminal -, mas também possui um olhar sensível às causas sociais. “O que demonstra também o compromisso institucional de coparticipar das políticas públicas voltadas à cidadania”, acrescenta Flávia.

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Dia de Festa

O dia D, da entrega dos presentes, foi marcado por muita festa, entusiasmo e alegria, em meio à formação de um comboio – composto por viaturas, motocicletas, outros carros e caminhões – que percorreram as ruas da cidade, acompanhando o Papai Noel e a Mamãe Noel que seguiram até os destinos para a entrega dos presentes natalinos.

Além da PCMG, participaram desse momento o Exército Brasileiro, a Polícia Rodoviária Federal, os Bombeiros Militares de Minas Gerais, a Polícia Militar de Minas Gerais, a Polícia Rodoviária Estadual, a Guarda Municipal, a Polícia Penal, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a Receita Estadual, a Prefeitura, os Correios e outras instituições, bem como grupos de voluntários.

Outras participações

No último ano, assim como em 2018 e 2019, servidores do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora também participaram dessa corrente do bem, por meio da adoção de cartas, arrecadando brinquedos, peças de vestuário, calçados, acessórios, entre outros objetos. No entanto, em 2020, a ação precisou ser cancelada em virtude da pandemia da Covid-19.

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Em dezembro de 2017, a PCMG também participou da entrega de presentes da campanha, oportunidade em que arrecadou kits de material escolar, totalizando mais de 208 cadernos, 53 caixas de lápis de cor, 59 canetinhas hidrocor, 134 borrachas, 55 réguas, 53 colas, 59 apontadores, 238 lápis pretos e 59 de giz de cera.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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