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PCMG prende 17 membros de grupo criminoso na região de Teófilo Otoni

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Divulgação/PCMG

Fruto de um ano de investigações, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quinta-feira (18/1), a operação Vade Mecum em repressão à atuação de uma facção criminosa atuante na região de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. No curso dos trabalhos de hoje, 17 pessoas, dentre elas lideranças da organização, foram presas, e 37 mandados de busca e apreensão executados em 11 cidades mineiras e do Rio de Janeiro. Para o cumprimento das cautelares, a PCMG contou com o apoio da Polícia Civil daquele estado.

De acordo com o delegado Artur Temponi Leite, que coordena a equipe de investigação de tráfico de drogas da Delegacia Regional de Polícia Civil em Teófilo Otoni, 35 pessoas foram alvo das investigações, sendo que contra 33 a Justiça expediu mandados de prisão após representação da PCMG. “Entre os investigados estão advogados suspeitos de exorbitar suas funções nas relações que mantinham com os clientes pertencentes ao grupo criminoso filiado à facção”, pontua.

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As prisões efetuadas na operação ocorreram nos municípios mineiros de Teófilo Otoni (dez alvos), Malacacheta (cinco), Montes Claros (um) e Belo Horizonte (um). Já durante as buscas, os policiais civis aprenderam uma pistola calibre 380, um carregador e 94 munições de mesmo calibre; R$ 14,4 mil; seis cartões de instituições financeiras diversas; duas máquinas de cartão; três balanças de precisão, um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e três pacotes contendo microtubos que podem ser utilizados para acondicionar entorpecentes.

Operação

O delegado explica que o nome da operação, Vade Mecum, significa “vem comigo” e faz referência à liderança do tráfico de drogas na região, ligada à facção criminosa. “O objetivo é fazer com que o grupo perca força e a polícia consiga dar um resultado efetivo para a sociedade, trazendo mais segurança para a população. A operação foi exitosa e vamos continuar com as investigações”, observa Leite.

Ao todo, participaram da operação 170 policiais civis de Minas e do Rio de Janeiro. Pela PCMG, os trabalhos contaram com a colaboração de equipes da área do do 15º Departamento de Polícia Civil em Teófilo Otoni, além de servidores de outros departamentos. Também foram empenhadas a Coordenação de Operações com Cães (COC), a Coordenação Aerotática (CAT) e o Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp).

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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