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PCMG prende avó e neto e outros dois por estelionato em Lagoa Santa

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Divulgação/PCMG

Em Lagoa Santa, Região Metropolitana de Belo Horizonte, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante uma idosa, de 75 anos, e o neto dela, de 44, em uma agência bancária, após apresentarem documentação falsa para abertura de conta corrente. Durante a ação policial, realizada na tarde de ontem (26/7), outros dois homens, de 41 e 44 anos, foram presos em um condomínio de luxo onde a primeira dupla estava hospedada, no qual havia mais documentos com suspeita de falsificação.

A equipe da Delegacia de Polícia Civil em Lagoa Santa foi acionada por funcionários do banco após desconfiarem de possível fraude. Dentro da agência, a avó, acompanhada do neto, apresentou documento de identidade com a fotografia dela e os dados em nome de terceira pessoa, bem como comprovante de endereço falso. Segundo informado pelo banco, os suspeitos pretendiam, além de se tornarem correntistas, solicitar cheque especial e cartão de crédito.

Durante o procedimento policial, a senhora alegou que teria saído da cidade de São Paulo, na última segunda-feira (24/7), com o neto e o amigo dele, de 44 anos, e estariam residindo em um bairro nobre de Lagoa Santa. Os investigados alegaram que vieram da capital paulista a pedido de um morador da cidade mineira, que pagaria a quantia de R$ 5 mil a cada um dos suspeitos pela ação criminosa.

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Os quatro suspeitos – os dois abordados na agência e os demais que se encontravam no condomínio indicado – foram levados para a delegacia, autuados em flagrante pelos crimes de estelionato e associação criminosa e, em seguida, encaminhados ao sistema prisional. As investigações prosseguem com o intuito de identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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