Polícia

PCMG prende dois suspeitos de exercício ilegal da medicina

Publicados

em

Divulgação/PCMG

Na manhã desta segunda-feira (26/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Andradas, Sul do estado, prendeu em flagrante dois homens, de 39 e 43 anos, investigados pelos crimes de exercício ilegal da medicina e falsidade de documento público.

As prisões decorrem do cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência dos suspeitos, que moram juntos, onde foram localizados carimbos diversos com nomes de médicos, de psicólogo e um específico que teria sido utilizado nas receitas de medicamentos controlados apresentadas no posto de saúde do município. Foram apreendidos ainda receituários em branco do SUS, além de receitas preenchidas, carimbadas e assinadas.

As investigações começaram com denúncias dando conta de que um dos envolvidos estaria se passando por médico e utilizando receituário controlado, distribuindo-o a pacientes. Estes teriam utilizado as receitas e tentado retirar medicamentos inclusive no posto de saúde local.

Foi apurado que um dos investigados usou o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) de um médico que já tinha morrido. Um dos suspeitos é servidor do setor da saúde do município de Andradas.

Leia Também:  PCMG emite mais de 50 mil Carteiras de Identidade Nacional no estado

A dupla foi presa em flagrante pelo crime de falsidade documental e as investigações se aprofundarão para esclarecimento de toda a prática criminosa.

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Ubá: 3ª fase da operação Fortaleza interdita e desocupa bunker

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA