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PCMG prende dupla envolvida em homicídio de advogado em Mato Grosso

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, nessa quarta-feira (20/12), um foragido da Justiça do Mato Grosso, suspeito de ter matado um advogado, de 56 anos, em Cuiabá, capital do estado. A prisão ocorreu em um condomínio de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde o suspeito estava residindo com uma mulher. Também foi presa, em Patos de Minas, uma investigada por participação no crime.

O trabalho é resultado de uma ação conjunta dos departamentos de Homicídios dos dois estados e contou com 23 policiais civis do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) mineiro, além do uso de um drone.

Prisão em Patos de Minas

No mesmo dia, a equipe da Delegacia de Polícia Civil em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, cumpriu mandado de prisão contra uma mulher suspeita de envolvimento em um crime.

Durante a abordagem da investigada, foi localizada em seu poder uma pistola 9 mm, bem como outra arma de fogo da mesma marca e calibre em posse do marido dela. Ambos possuem porte de arma de fogo emitido pela Polícia Federal, todavia as armas foram apreendidas e serão entregues à Polícia Civil de Mato Grosso para dar continuidade à investigação.

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Sobre o caso

No último dia 5 de dezembro, um advogado foi executado na capital mato-grossense com pelo menos dez disparos de pistola 9 mm. De acordo com as investigações, o suspeito, utilizando-se de um disfarce, monitorou durante todo o dia os passos da vítima, que foi atingida ao entrar em seu veículo na saída do trabalho. Ele foi flagrado pelas câmeras de segurança do local e teria fugido após o crime, saindo em seguida da cidade.

As investigações apontam que o suspeito seria um pistoleiro profissional contratado para executar a vítima.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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