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PCMG prende mais dois investigados por latrocínio de mãe e filho

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, ontem (13/2), a segunda etapa da operação que investiga duplo latrocínio ocorrido no último mês, quando os corpos de um homem, de 63 anos, e da mãe dele, de 85, foram localizados, respectivamente, nas cidades de Professor Jamil, estado de Goiás, e Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. Nesta fase, dois homens, de 19 e 20 anos, foram presos preventivamente em Uberlândia (MG), totalizando cinco prisões ao longo das apurações.

No curso dos trabalhos dessa segunda-feira, os policiais civis ainda cumpriram cinco mandados de busca e apreensão no município onde a dupla suspeita estava se escondendo e foi presa, bem como em Ituiutaba, na mesma região. Em poder dos investigados, a equipe recolheu aparelhos celulares e as roupas utilizadas nos dias dos crimes, os quais passarão por perícia da PCMG.

O delegado Carlos Fernandes, que preside o inquérito policial na comarca de Ituiutaba, destaca que a nova etapa da operação representa um passo importante para o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização cabível. “Os graves crimes praticados serão elucidados em sua plenitude e nenhum envolvido passará impune às investigações da polícia judiciária”, pontua ao informar que participaram da ação policiais civis lotados nas Delegacias em Ituiutaba e Prata.

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Os investigados presos ontem foram interrogados em Uberlândia e encaminhados posteriormente ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça. O inquérito policial será concluído nos próximos dias com o resultado das investigações e será remetido ao Poder Judiciário.

Relembre o caso e a primeira fase da operação: clique AQUI .

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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