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PCMG prende mulher por descumprir medidas protetivas a favor da filha

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Divulgação/PCMG

Em decorrência de uma investigação de violência psicológica de mãe contra filha, em Itabira, região Central do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou a prisão preventiva da suspeita, de 50 anos, após descumprimento de medidas protetivas expedidas a favor da vítima, de 22, no âmbito da Lei Maria da Penha.

O mandado foi cumprido no último dia 19 pela equipe da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Segundo apontado no inquérito policial, a vítima era submetida a severas e constantes violências psicológicas, motivo pelo qual recorreu à proteção, tendo o Judiciário determinado a proibição de contato ou aproximação da mãe com a filha.

Mesmo com a determinação judicial, a investigada teria insistido em comparecer à residência da filha, bem como enviado diversas cartas a ela, violando a proibição de contato. Para resguardar os direitos fundamentais da vítima, a PCMG representou pela prisão preventiva da investigada. O mandado foi deferido pela Justiça, e a mulher encaminhada ao sistema prisional.

Denúncia

A PCMG orienta que todo caso de violência doméstica e familiar contra a mulher seja denunciado. O registro pode ser feito diretamente em unidade policial, via disques 180 ou 181 e também pela DELEGACIA VIRTUAL nos casos de ameaça, vias de fato/lesão corporal e descumprimento de medida protetiva. Acesse o manual produzido pela Polícia Civil e saiba mais sobre o tema (clique AQUI ).

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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