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PCMG prende oitavo da lista dos 12 mais procurados do estado

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Divulgação/PCMG

O oitavo integrante da lista dos criminosos mais procurados do Estado foi preso no interior de São Paulo nessa quarta-feira, 24/4. Eberton Sales Morais, também conhecido como Chabalá, estava escondido na zona rural de São José dos Campos e utilizava nome falso. Ele foi detido pela equipe da Polícia Civil em Três Corações.

Com isso, a efetividade desta edição do programa Procura-se supera os 66%, com 8 dos 12 alvos listados na última lista, lançada em agosto, tirados de circulação. Vale lembrar que a atual edição do Procura-se está focada na prisão de homens com mandados de prisão em aberto e com uma ficha criminal que contém práticas reiteradas de crimes. As condenações dos 12 alvos somam 400 anos de prisão.

Eberton possuía três mandados de prisão em seu desfavor pela prática dos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi alvo, em 2019, da Operação Hefesto da Polícia Civil de Minas, uma das maiores ações de repressão ao crime organizado no Estado, e que teve como objetivo a desarticulação de redes criminosas da facção criminosa Primeiro Comando da Capital.

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Procura-se

Nesta edição, oito dos 12 alvos já foram encontrados. Wesley Militão foi preso em Cabo Frio; Gilcimar da Silva, localizado em São Paulo; Felipe Augusto Rodrigues Silva, preso no Rio de Janeiro; David Benedito dos Santos Neto, morto após confronto com traficantes, também no Rio; Roberto Carlos Paranhos, morto em confronto policial; Jackson da Conceição da Silva, preso em Belo Horizonte; Eduardo Lourenço, preso no Complexo da Maré e, agora, Eberton Moraes, no interior de São Paulo.

Vale ressaltar que nas cinco edições anteriores do Procura-se – em 2011 (duas listas), 2012, 2017 e 2021 – foram presos 51 dos 62 alvos lançados. Já no somatório geral de todas as seis listas, dos 74 criminosos divulgados, 59 foram localizados até o momento, o que representa 79% de efetividade do programa.

O Procura-se é coordenado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em parceria com a Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Penal, o Sistema Socioeducativo, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, e tem como objetivo realizar a prisão de indivíduos foragidos da Justiça, a partir de ações qualificadas das polícias, das Agências de Inteligência e da participação do cidadão, por meio de denúncias ao Disque Denúncia Unificado 181.

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Além da prisão, a divulgação dos 12 procurados em cartazes e também de forma virtual traz o benefício de inibir a circulação dos criminosos listados.

Mais informações sobre todos os procurados: www.procurase.seguranca.mg.gov.br .

*Texto adaptado de Sejusp.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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