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PCMG prende quatro durante investigação sobre clínica de reabilitação

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Divulgação/PCMG

Quatro pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na tarde dessa quinta-feira (23/11), pelos crimes de sequestro, cárcere privado, maus-tratos e organização criminosa, cometidos em um centro terapêutico para dependentes químicos de Monte Carmelo, no Triângulo Mineiro.

As investigações tiveram início após denúncias recebidas pela Delegacia Regional em Patrocínio, que teve acesso a vídeos que circularam por redes sociais levantando suspeitas sobre as atividades do proprietário da clínica.

Durante depoimentos, a PCMG constatou a situação de sequestro e cárcere privado, resultando na prisão em flagrante do proprietário do estabelecimento, de 70 anos, e de outros três funcionários, de 28, 40 e 53 anos.

Ainda durante levantamentos na clínica, foram encontrados indícios dos crimes cometidos contra os internos. No local, os policiais verificaram o uso de cadeados para prender os pacientes nos quartos e a utilização de uma camisa de força. Além disso, o proprietário da clínica manteria os internos em cárcere, exigindo o pagamento de multas exorbitantes para libertação, enquanto ameaçava e monitorava os contatos com as famílias deles.

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A ação contou com a parceria da Polícia Militar e da 2ª Promotoria da Comarca de Monte Carmelo. O serviço de Assistência Social do Município de Monte Carmelo também foi acionado, ficando responsável pelo acompanhamento dos internos.

As investigações continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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