Polícia
PCMG prende suspeita de matar mulher a facadas na frente dos filhos
Na manhã do último sábado (10/2), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente em São Joaquim de Bicas, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), uma investigada, de 36 anos, suspeita de assassinar a facadas uma mulher, de 29, em Contagem, também na RMBH.
O crime ocorreu em 3 de dezembro do último ano, no bairro Novo Riacho. Conforme levantamentos da equipe da Delegacia Especializada de Investigação de Homicídios Contagem, o homicídio teria sido motivado por ciúmes.
A vítima, ex-companheira do namorado da suspeita, estava em uma festa na residência de conhecidos quando a investigada chegou acompanhada do namorado. Segundo levantamentos, os três ainda se consideravam amigos.
As apurações indicam que durante a festa, a vítima e a suspeita discutiram e o companheiro desta a retirou do local. O casal então foi a um bar e, posteriormente, a suspeita foi buscar mais bebida, reencontrando a vítima, momento em que houve novo atrito, dessa vez em vias de fato.
O namorado retirou a mulher de perto da vítima novamente, mas, momentos após o ocorrido, a suspeita foi até sua casa e armou-se de uma faca. Com auxílio da filha, de 16 anos, que também levava uma faca, as duas foram ao encontro da vítima. Ao encontrá-la na rua, mãe e filha agarraram a mulher e a esfaquearam diversas vezes.
O crime foi registrado por câmeras de segurança de residências próximas, analisadas pela PCMG. Duas crianças, filhas da vítima, tentaram ajudar a mãe, que não resistiu aos ferimentos e morreu após ser socorrida. “O que mais nos chamou a atenção, segundo relatos de testemunhas, é que durante todo o momento a vítima pedia para não ser morta, porque ela tinha dois filhos, os quais estavam ali e pediam para que a mulher não matasse a mãe”, afirmou o delegado responsável pelo caso, Ítalo Fernandes.
Com o desenrolar do inquérito policial, a PCMG obteve o mandado de prisão preventiva para a suspeita, que foi indiciada por homicídio qualificado. Ela foi presa na zona rural de São Joaquim de Bicas, durante um churrasco. “Quando a investigada foi abordada por nossa equipe, ela estava muito nervosa e disse que a razão era porque tinha cinco filhos para cuidar, que não poderia ficar longe deles”, acrescentou Fernandes.
A suspeita foi encaminhada ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. A PCMG também solicitou mandado de busca e apreensão para a adolescente investigada e aguarda apreciação do pedido pelo Poder Judiciário.
Fonte: Polícia Civil de MG
Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados
Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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