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PCMG prende suspeita de vender vídeos de sexo com filho em Contagem

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Divulgação/PCMG

Em desdobramento a uma investigação de exploração sexual de adolescente, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente, em Contagem, Região Metropolitana, nesta terça-feira (9/4), uma mulher, de 30 anos, suspeita de comercializar na internet vídeo de sexo entre ela e o próprio filho, de 12.

Conforme revelou a titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Contagem, Mellina Clemente, os vídeos eram vendidos por valores de R$ 10 a R$ 50. “Foi apurado que a investigada é usuária de drogas e vendia os vídeos para sustentar seu vício. Ela é mãe de mais duas crianças”, informou a delegada.

As investigações tiveram início em março deste ano e, de imediato, a equipe policial chegou a um vídeo em que a investigada pratica conjunção carnal e sexo oral com a vítima. “Diante dos fatos, requeremos à Justiça a prisão preventiva da investigada, além de busca e apreensão em sua residência, sendo todos os mandados cumpridos hoje”, explicou Clemente.

Foram apreendidos no local aparelhos eletrônicos, além da cueca usada pela vítima nos vídeos. A investigada foi ouvida, confessou o crime e, em seguida, encaminhada ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça.

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A mulher, que não possuía passagens pela polícia, responderá pelos crimes de estupro de vulnerável; exploração sexual de criança ou adolescente; divulgação de cena de estupro; filmar cena de sexo envolvendo criança e adolescente; expor à venda vídeo de sexo envolvendo criança e adolescente; oferecer, distribuir, publicar cena de sexo envolvendo criança ou adolescente; e armazenar conteúdo de sexo explícito envolvendo criança e adolescente.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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